terça-feira, 19 de agosto de 2008

VOU PARAR DE ACREDITAR.
JURO QUE VOU!

QUERIA SER UMA PEDRINHA
E NÃO SENTIR
INANIMADAMENTE
PROFUNDAMENTE
SEM CORAÇÃO.


(te espero na janela, pra te ver passar, sem ninguém saber.)
Aposto que de ti não sei mais nada.
Aposto que mudamos o rumo da nossa caminhada.
Crescentes desencontros, já não sabemos mais quem somos.
Me lembro o tempo inteiro de não me lembrar de nós mesmos.

Queremos outras paisagens, queremos alcançar a plenitude.
Mas tu queres a verdade e eu algo que só me ilude.
Não tentaremos mais seguir em frente um do lado do outro.
Viveremos em opostos, tendo aquilo que merecemos.
Sentindo outros gostos, talvez sendo mais felizes.

O que me desagrada é essa história de oposição.
Não era isso que dava certo? com opostos rola atração...
Não é bem assim que a coisa funciona.
Tua cabeça é de barro, a minha de lona.
Quem ainda nao retratou o desencaixe da sua cara-metade?

Eu acho tudo muito quieto, muito natural de mais.
Ainda que fosse como antigamente, um fogo ardente, lancinante.
Atrapalhando meus sentidos, atordoando, era bom.
Agora deixou de ser.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

I'll be waiting...


Sabiá lá na gaiola fez um buraquinho.
Voou, voou, voou, voou.
E a menina que gostava tanto do bichinho,
chorou, chorou, chorou, chorou.
Sabiá fugiu do terreiro, foi cantar no abacateiro e a menina triste a chorar:
"vem cá, Sabiá, vem cá".
"Sabiá, estou te esperando", a menina diz soluçando.
Sabiá responde de lá:
"Não chores que eu vou voltar..."































"Às vezes precisamos ter paciência e aprender que o amor não é posse. É bem maior que isso. É cuidar, é compreender, é compartilhar, é respeitar, é outras tantas coisas (...) é preciso viver, sentir na pele o que é o amor."

terça-feira, 12 de agosto de 2008

rimas fáceis sem poética
e o povo consome tudo que essas gravadoras emburrecedoas fornecem.

PAI, AFASTA DE MIM ESSE CÁLICE!
CALE-SE!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Eu tô nessa e tô me molhando.
tô achando um barato.
tem gente que recrimina, que fala mal, que ri.
mas quer saber? nem tô.
quero mais é que se explodam.
eu vou é ser feliz.
Gente, tô falando isso não é por nada não. É que ter 18 não é tão fácil quanto parece. Não, não é uma crise adolescente, é só que, sei lá, as pessoas acham que a gente de 18 não pensa, que a gente de 18 não tem opnião própria. QUE PORRA! Eu não preciso provar pra ninguém o que eu sou e do que sou capaz, mas puta que pariu de asas, isso é um saco.

Pronto, desabafei.
Posso continuar poesiando...

sábado, 21 de junho de 2008

Não vou te ligar.
não adianta me pedir. já disse que não vou me apaixonar
não vou pensar em ti.
não vou te responder mais nada.
não quero mais teu beijo.
vou permanecer calada.
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Adoro esse jeito assim meio complicado
todo esse fuso-horário
essa longa distância, esse amor a longo prazo
esse cheque sem fundos
esse táxi lotado
Ai, como eu gosto disso tudo.
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TUDO, MAS TUUUDO É POSSÍVEL.