Vou tentar não me embriagar
Ser sóbria o mais rápido impossível
Curtir as coisas sã
Parar de morrer de inveja da cabeça de pessoas interessantes que eu não sou
Preciso parar já!
Eu sou desse jeito, não sou?
Vou me amar assim, e esperar que assim seja amada.
:)
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Opa! Melhor não...
Mas não me faça.
Não me quebre o encanto
Que te choco, te quebro, te faço de trapo
Não me cutuca, não.
Sou flor, pequena, amor... mas experimenta
Viro onça braba, leão doutor
Te viro do avesso, te mostro o pão que o cara amassou
Brinca não, sou flor.
Mas posso ser flor que não se cheira.
Posso ser flecha certeira.
Te rasgo o peito, te torno o do cavalo do bandido
Experimenta...
Não me quebre o encanto
Que te choco, te quebro, te faço de trapo
Não me cutuca, não.
Sou flor, pequena, amor... mas experimenta
Viro onça braba, leão doutor
Te viro do avesso, te mostro o pão que o cara amassou
Brinca não, sou flor.
Mas posso ser flor que não se cheira.
Posso ser flecha certeira.
Te rasgo o peito, te torno o do cavalo do bandido
Experimenta...
domingo, 23 de agosto de 2009
Morro de vergonha
Santa sabedoria... era melhor não ter experimentado antes.
Claro, para não ter medo do futuro, sabe? É que uma vez experimentada, a sensação vira conhecida sua, e o medo da sua presença pode ser ameaçador. Por que morro de vergonha? Porque devemos aprender com as experiências, mas nunca deixar de viver novas coisas por medo delas. Morro de vergonha por não confiar de todo o coração em pessoas que amo.
Uma música pra descontrair (sei que não vi tempestade no céu de hoje, ou de agosto, mesmo assim vi em algum lugar)
August day song
I sing for choice
With you just la la la ia
Santa sabedoria... era melhor não ter experimentado antes.
Claro, para não ter medo do futuro, sabe? É que uma vez experimentada, a sensação vira conhecida sua, e o medo da sua presença pode ser ameaçador. Por que morro de vergonha? Porque devemos aprender com as experiências, mas nunca deixar de viver novas coisas por medo delas. Morro de vergonha por não confiar de todo o coração em pessoas que amo.
Uma música pra descontrair (sei que não vi tempestade no céu de hoje, ou de agosto, mesmo assim vi em algum lugar)
August day song
Tentei contar
Tentei cantar
Tentei just la la la ia
Tentei tocar
Também dançar
Assim, só para deixar
Só quero te dar
Se te falar
Se te just la la la ia
Só quero estar
Com seu cantar
Com seu just la la la ia
Just like this rainstorm
This August day song
I dream of places far beyond
Ouvindo a chuva cair
No cinza um brilho aqui
Fico sózinha, distraída
Mesmo tom
Mesmo som
Como é bom, tão bom
Just like this rainstorm
This August day song
I dream of places far beyond
Ouvindo a chuva cair
No pé um pingo aqui
Fico sózinha, tão distraída
Não vou chorar
Quando lembrar
Do seu eterno olhar
I like to sing
And do these things
With you just prá variar
I sing for choice
With you just la la la ia
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Meu Jardim / Flores do Mal
Fui regar minhas plantas
Algo nelas fez lembrar meu semblante
Seria a falta de vida?
Ou seriam suas folhas secas estiradas no chão?
Alguém passou por mim e disse:
- És responsável por tudo aquilo que cativas
Não cuidei das minhas plantas, deixei que morressem
Não fui responsável.
Não as amei como deveria.
Outras plantas podem nascer no meu jardim?
-
Eu sei que tantas flores
Nascem nos jardins
A cada instante as flores
Nascem em meu jardim
Não quero que você me esqueça, não
Eu sempre mando um sinal
Me chama antes que escureça ah!
Eu sempre chego no final
Raras paixões, armadilhas de vênus
E a vida ainda está aqui
Eu leio ezra pound, como bebo veneno
E a vida continua aqui
Eu sei que nuvens negras
Vêm detrás dos montes
Tentando te esconder de mim
Te vejo nas estrelas no clarão das noites
E eu quero tudo até o fim
Flores do Mal - Diana Pequeno
Algo nelas fez lembrar meu semblante
Seria a falta de vida?
Ou seriam suas folhas secas estiradas no chão?
Alguém passou por mim e disse:
- És responsável por tudo aquilo que cativas
Não cuidei das minhas plantas, deixei que morressem
Não fui responsável.
Não as amei como deveria.
Outras plantas podem nascer no meu jardim?
-
Eu sei que tantas flores
Nascem nos jardins
A cada instante as flores
Nascem em meu jardim
Não quero que você me esqueça, não
Eu sempre mando um sinal
Me chama antes que escureça ah!
Eu sempre chego no final
Raras paixões, armadilhas de vênus
E a vida ainda está aqui
Eu leio ezra pound, como bebo veneno
E a vida continua aqui
Eu sei que nuvens negras
Vêm detrás dos montes
Tentando te esconder de mim
Te vejo nas estrelas no clarão das noites
E eu quero tudo até o fim
Flores do Mal - Diana Pequeno
sábado, 1 de agosto de 2009
Sem nome
Me toma nos braços
Toma conta de mim
Amarra teu cadarsso no meu
Conta a tua história
Que eu te conto meu destino
Ao teu lado
Toma mais uma
Pede a conta e vamo embora
Me sequestra pra tua vida
Mesmo de mentira
Mesmo que não seja agora
Vem, me deixa ler teus olhos
Me deixa ver se posso
Se me permites ser
Posso ser
Quero ser
E sou
Toma conta de mim
Amarra teu cadarsso no meu
Conta a tua história
Que eu te conto meu destino
Ao teu lado
Toma mais uma
Pede a conta e vamo embora
Me sequestra pra tua vida
Mesmo de mentira
Mesmo que não seja agora
Vem, me deixa ler teus olhos
Me deixa ver se posso
Se me permites ser
Posso ser
Quero ser
E sou
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Meio rotina, meio loucura
Pensei em me anular
Em fazer a vida mudar de lugar
Mudar de casa
Escrever em paredes novas
Pensei em desistir
Ser mais um ser no mundo velho
Vi o rebuliço do povo
Pensei em ficar pinéu
Dormir de touca
Bancar a Branca
Correr em esteira de academia
Dançar a a Ula na rua
Cheirar talco de pé
Vender o corpo dos outros
Virar gambé
Pensei em ser feliz...
Acordei rouca
Vestindo pouca roupa
Calcei as meias e fui trabalhar.
Em fazer a vida mudar de lugar
Mudar de casa
Escrever em paredes novas
Pensei em desistir
Ser mais um ser no mundo velho
Vi o rebuliço do povo
Pensei em ficar pinéu
Dormir de touca
Bancar a Branca
Correr em esteira de academia
Dançar a a Ula na rua
Cheirar talco de pé
Vender o corpo dos outros
Virar gambé
Pensei em ser feliz...
Acordei rouca
Vestindo pouca roupa
Calcei as meias e fui trabalhar.
Poema cansado, cuspido
Em poucos segundos
Saindo em direções opostas
Por quase nada nos perdemos
Entre coisas, palavras, desavenças
Me aproprio de tudo o que posso
Descrevo em detalhes, negócios
Acabo com tudo, quebro, destruo
Só pra ser maior
Pra ser maduro.
Saindo em direções opostas
Por quase nada nos perdemos
Entre coisas, palavras, desavenças
Me aproprio de tudo o que posso
Descrevo em detalhes, negócios
Acabo com tudo, quebro, destruo
Só pra ser maior
Pra ser maduro.
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